|
|
|
|
|
Ainda não está claro se as taxas mais altas relatadas refletem diferenças de método dos estudos ou um aumento da freqüência do transtorno. No Brasil, ainda não se dispõe de estatísticas oficiais. Quanto ao gênero, observa-se uma prevalência
do autismo no sexo masculino, havendo uma estimativa de que ele acomete
de três a quatro meninos para cada menina. Em relação às variáveis
sociodemográficas, o autismo apresenta a mesma prevalência
em qualquer grupo social, cultural e racial da população. |